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Dramas de Primeiro Mundo

Dramas de Primeiro Mundo

17.Ago.17

O Sismo

Diana M.
Tendo eu um blog (na verdade, até tenho dois), não podia deixar de me pronunciar sobre o sismo desta manhã.   Sim, senti o sismo. A minha gata também, que estava a dormir comigo e de repente ficou com os olhos esbugalhados a olhar para mim. Foi de magnitude suficiente para desencostar a minha cama da parede e para fazer vibrar os vidros das janelas da casa.   A minha mãe, que tomava o pequeno almoço sossegadamente, também se sentiu abanada e clamou um espantado "Qué que foi isto?!"   Já o meu pai, à pergunta "sentiste isto???", respondeu: "Senti o quê?"
13.Ago.17

Como?

Diana M.
Como é que se trabalha, faz um doutoramento, vê-se séries e filmes, lê-se fora do âmbito da tese e ainda se tem tempo para actividades com a família e amigos... ainda estou para descobrir.   Nos últimos tempos só tem havido tempo para o trabalho, algum para o doutoramento, os amigos vêem-se porque estão no meu local de trabalho e o livro que comecei a ler nas férias, no mês passado, ainda não lhe consegui tocar outra vez.   Tenho séries para começar a ver, outras para (...)
19.Mai.17

Chris Cornell, ou como senti que perdi um amigo

Diana M.
A morte de Chris Cornell afectou-me. Mais do que eu esperava, embora não a esperasse tão depressa. Chris Cornell era vocalista de uma banda que marcou a minha adolescência, os Soundgarden e de outra, anos mais tarde, com os membros que restavam dos Rage Against the Machine, com os quais formou os Audioslave. Teve, ainda, vários álbuns a solo e um enquanto membro dos Temple of the Dog, com membros dos Pearl Jam. O talento de Cornell era inegável. A sua voz era única e as suas (...)
10.Abr.17

Queen

Diana M.
O que se ouve a seguir à Bohemian Rhapsody, dos Queen? Nada. Não há nenhuma música que consiga ser melhor do que aquela. Por isso, não ouço nada.    
08.Abr.17

Depois de uma semana de trabalho...

Diana M.
(foto de minha autoria)   E eis que se passou a primeira semana de trabalho. Conclusões?   Recomeçar a ir a pé para a faculdade, de manhã (é aproveitar enquanto está bom tempo!) Como vou mais cedo, vou a horas de ouvir o Rebenta a Bolha e as Baladas do Dr. Paixão, na Rádio Comercial. Adoro! Deixa-me sempre de bom humor. Ir de comboio na hora de ponta, de manhã (à tarde já estava habituada, mas de manhã ia um pouco mais tarde). E voltei a lembrar-me de como odeio pessoas no (...)
24.Mar.17

Voltas e Reviravoltas

Diana M.
   (Woman and the Sea, de Will Barnet)   Ia escrever um post. Já ia quase a meio, mas acabei por apagá-lo. Ia escrever sobre a volta que a minha vida vai dar porque, finalmente, consegui uma oportunidade de estar a trabalhar no centro de investigação a que pertenço. Vou ganhar dinheiro, vou fazer coisas e, mais importante, vou ser financeiramente independente. Ia falar da precariedade no ambiente académico, ia falar daquilo que vejo todos os dias, mas achei que não era disso que (...)
28.Fev.17

Jackie, de Pablo Larraín

Diana M.
Filme: Jackie Realizador: Pablo Larraín Ano: 2016   Este Jackie relata-nos o dia e os dias posteriores ao assassinato do presidente John F. Kennedy pela perspectiva da sua mulher, Jacqueline Kennedy. O filme começa quando Jackie dá uma entrevista a um jornalista, na sua casa, algumas semanas depois da morte do marido e a ordem descrita dos acontecimentos segue a conversa entre ambos, não havendo uma narração dos acontecimentos por ordem cronológica. O retrato é muito mais (...)
25.Fev.17

Melancholia, de Lars Von Trier

Diana M.
Filme: Melancholia Realizador: Lars Von Trier Ano: 2011   Andava para ver este filme praticamente desde que ele estreou e parece que ontem foi o dia!    Melancholia conta-nos a história da relação entre duas irmãs, Justine e Claire, começando no dia do casamento de Justine e continuando nos dias a seguir. Ao mesmo tempo, acompanhamos a presença de um planeta, chamado Melancholia, que estava escondido atrás do sol e que se vai aproximando do planeta Terra. No entanto, para mim, a (...)