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Saldos

por Diana M., em 29.12.13
Fui aos saldos e decidi dar liberdade à Diana consumista que há em mim. Por isso, permiti-me uns pequenos gastos em coisas que eu vi que valiam a pena e que eu queria comprar. Vai daí, comprei uma coisa que estava na minha "wishlist" de Natal: a base Diorskin Nude, da Dior! A Perfumes & Companhia está com 25% de desconto em todos os produtos de maquilhagem e, assim, poupei 10€ na compra da base. Há bases mais baratas e boas? Há. Mas porquê voltar a experimentar imensas bases, até acertar naquela melhor para mim, quando sei que gosto desta, é o meu tom e até estava com desconto?


A outra coisa que comprei foi uma paleta de sombras da Urban Decay. Não... não foi a Naked, que andei lá a namorar e a pensar "ai quando eu estiver a trabalhar...!!" Mas foi uma super lindona, de sombras mais coloridas e escuras: a Dangerous Palette, que estava a uns meros 15€ e que veio com um mini lip gloss também. Sim, gastei algum dinheiro, mas foram compras bem feitas e ainda poupei bastante. 

Precisava disto tudo? Não. Mas alguém precisa mesmo, mesmo de maquilhagem? Não. Mas que somos um bocadinhos mais felizes com batons e purpurinas, lá isso somos! :)

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Resoluções para 2014

por Diana M., em 27.12.13
Com o final do ano a aproximar-se, começam a surgir as resoluções para o ano que se avizinha. Este ano consegui cumprir algumas coisas a que me propus: investir em mim, no que respeita a cuidados de beleza, em cosmética e acabar o mestrado (não é muita coisa, eu sei...).
Mas, tal como o ano passado, este ano resolvi fazer mais algumas resoluções para o ano de 2014. Se as vou conseguir cumprir, ou não, isso já é outra coisa... hehehe! Mas vamos lá:

1. Sair de casa - Elá! Logo assim à grande! Na verdade é um dos meus grandes objectivos para o ano de 2014. Conseguir arranjar um emprego e ir viver sozinha. Afinal são duas resoluções numa só... Já tenho 28 anos, está mais do que na altura de ter o meu espaço, as minhas coisas, de ter a minha independência e de estar sossegada no meu canto! Só de pensar em não ter que dividir o quarto, fazer as refeições que me apetecer, ter a casa só para mim, fazer as coisas quando me apetecer... ai, ai.. *suspira*

2. Deixar de roer as unhas - Não me lembro de não roer as unhas. Isto é algo que eu faço há quase tanto tempo como respirar. Ele vai unhas e peles e tudo, não escapa nada! A coisa é pior em alturas de maior stress e ansiedade, mas volta e meia lá as ataco e depois fico com os dedos num estado lastimável... Tenho que acabar com este vício, dê lá por onde der.

3. Ter uma alimentação mais saudável - Tenho consciência que podia comer umas coisitas mais saudáveis e comer de forma mais correcta, mas tenho que me adaptar às comidas aqui de casa e não reclamar. Não é que se coma muita "porcaria" por aqui, mas queria experimentar outras receitas, outros alimentos, e fazer uma alimentação mais saudável.

4. Fazer exercício físico - Há uns anos engordei de forma considerável e, depois, emagreci de forma considerável também. Não me posso queixar muito, porque tenho um bom metabolismo, mas a barriguinha ficou e não sai. O facto de eu ter uma vida sedentária e sem exercício físico, também ajuda. Assim, no próximo ano queria fazer algum tipo de exercício. Acho que não tenho pachorra para ginásio, máquinas, etc. Por isso gostava de experimentar o Yoga ou algum tipo de dança, uma vez que sempre gostei de dançar.

5. Ir a Londres - Há muuuuitos locais onde eu gostava de ir por esse mundo fora. Mas desde pequena, e não faço ideia porquê, Londres é uma cidade pela qual tenho um fascínio especial. Gostava de visitar vários pontos de Inglaterra (Glastonbury, York, Canterbury, Oxford... não se nota aqui um tema medieval, não) mas o primeiro tem que ser, sem dúvida, a cidade de Londres.

6. Doutoramento - Seja com bolsa, seja a trabalhar, queria começar a fazer o doutoramento. "Ainda agora acabaste o mestrado, já te queres meter no doutoramento??" Quem gosta do que faz, é assim. Sai de uma para se meter noutra.

E, por fim, continuar a seguir aquilo que tem sido o meu mantra de há uns anos para cá: Ser uma pessoa melhor para mim própria e para os outros. 

Até para o ano!

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Queimar neurónios

por Diana M., em 18.12.13
Esta semana está a ser marcada como a semana em que poderão sair os resultados das bolsas de doutoramento da FCT. Se será ou não, não sei. Mas o burburinho é que sim. Como tal, a minha ansiedade  tem andado assim meio louca. Adormecer só às 3h da manhã, não me conseguir concentrar em leituras, tentar reorganizar algumas coisas no quarto que estão perfeitamente organizadas e... queimar neurónios a ver vídeos de organização de maquilhagem. Não é que eu tenha assim um super-hiper-mega stock de maquilhagem, nem de perto nem de longe. Mas gosto de ver. Aquilo tudo organizadinho, as caixinhas de acrílico, as divisórias, maquilhagem até ao tecto (apesar de eu achar que é um desperdício... quem é que precisa de 30 blushes e 100 batons?!), tudo tão lindo! *.*

Pronto, deixem-me. Até saber alguma coisa da bolsa, vou andar assim.

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Pelos meandros da internet...

por Diana M., em 12.12.13
Como disse há uns tempos (acho eu), este ano comecei a despertar para o mundo da cosmética. Cuidados de pele e maquilhagem foram coisas com que me comecei a preocupar e vai daí não nasci ensinada nestas coisas, né? Então, comecei a pesquisar na net sites e blogs que dessem recomendações de produtos, que fizessem reviews, tutoriais, coisas para que quem se está a iniciar neste mundo se consiga guiar e ter noção do que existe por aí. 

Como não actualizo o blog já há algum tempo, decidi vir partilhar os sites/blogs que sigo de forma mais "religiosa" e de onde tiro ideias, onde vou ver reviews, onde explicam as coisas de forma simples, a meu ver, que ainda me vou ajeitando aos poucos neste mundo... Aqui vão eles:

Dia de Beauté - Este blog pertence a Victoria Ceridono, editora de beleza da Vogue, no Brasil. Adoro o estilo descontraído dela, os posts no blog e os tutoriais que ela faz, porque tem a tendência para fazer as coisas mais simples e mais rápidas, para quem não tem muita prática ou para quem não tem muito tempo. Já tirei algumas ideias daqui!

Super Vaidosa - Acho que quem está actualizado neste mundo da cosmética e beleza, conhece muito bem o blog da Camila Coelho, certo? Super simpática, adoro ver os tutoriais delas, dos mais simples aos mais extravagantes, e ver a facilidade com que ela faz aquilo tudo. Faz-me pensar "pff, coisa mais fácil, vou fazer também!" E depois em mim sai tudo borrado hahahah!

E aí, Beleza? - Mais uma blogger brasileira! Essa é a Kah, e gosto muito de seguir o blog dela. Tem um estilo descontraído, uma maneira fácil de explicar as coisas e é branquela, como eu! =D

Let's Talk About... Beauty - Esta blogger é portuguesa e penso que foi o primeiro blog nacional, dentro desta área, que comecei a seguir. É da autoria da Ana Rita e através dele consigo estar sempre a par das novidades que vão saindo e gosto bastante das reviews que ela faz. 

Body Shop Mania - Da minha fofixa Ana! *abraça* Foi numa conversa no twitter que se começou a falar de "coisas de gaja" e, a partir desse momento, decidi que ia apostar mais nisto dos cremes e das bases e sombras e batons e cenas... E, é claro, que no que toca nos cuidados de pele, a Ana encaminhou-me para a The Body Shop. E eu nunca mais quis outra coisa! No blog dela podem encontrar reviews, sorteios, divulgação de novidades e promoções, tudo relacionado com produtos da The Body Shop. 

Inês Mocho Makeup and Beauty - A Inês é maquilhadora profissional e gosto bastante dos seus tutoriais. Além disso, também gosto bastante dos tutoriais que a Elisa Almeida faz para o blog da Inês. É claro que sigo, também, o blog da Elisa. 

Óbvio que sigo outros tantos blogs, mas se tenho alguma dúvida, preciso de alguma ideia ou quero uma opinião sobre algum produto, é a estes blogs que recorro logo à primeira.

Até à próxima!

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Como pensar a ideia da própria morte?

por Diana M., em 02.12.13
Aproxima-se o Natal e, no meu caso, o aniversário da minha avó paterna, que faz anos no dia 24. Todos os anos ela nos diz, "não sei se para o ano cá estarei..." Mas acho que esta frase é algo que todas as pessoas idosas dizem. Afinal, os meus avós já passaram os 80 anos e, além disso, os problemas de saúde vão-se acumulando.

Mas ontem pus-me a pensar nessa frase dita de ano para ano, quase com a mesma naturalidade com que se diz "hoje está frio". Como é que se encara a ideia da própria morte? Nos últimos três anos assisti à morte de algumas pessoas que me eram próximas: uma tia, que também já tinha passado dos 80, a minha avó materna, que não tinha chegado aos 70, e uma amiga, com a minha idade, ambas vítimas de cancro. E depois penso, eu estou quase nos trinta e a ideia de morte não me passa pela cabeça. Claro que posso sempre sair de casa e ser atropelada por um autocarro e aí kaput. Mas é algo que não está presente nos meus pensamentos. 

Mas e uma pessoa que já tem 70, 80, 90 anos? Assistir ao desaparecimento dos seus irmãos, primos, comadres e compadres, e no silêncio de cada um ecoar a pergunta "quando é que vai chegar a minha vez?" O meu avó paterno foi ao funeral da minha avó materna e chorou. Praticamente não se conheceram um ao outro. Conheceram-se no casamento dos meus pais e nos baptizados e pronto. Mas ele não chorava pela minha avó. Chorava, talvez, pelo facto de ver mais uma partir e pela inevitabilidade do seu próprio desaparecimento. Nós sabemos que não duramos para sempre, mas há uma altura em que esse saber se torna mais presente. 

Este post parece um bocado mórbido, eu sei. Mas ultimamente o meu avô tem tido alguns percalços com a saúde e dei por mim a pensar nisto. Ver os outros partir é triste. Se for alguém que, ainda por cima, nos é próximo e de quem nós gostamos, ainda é pior. Mas quando atingimos uma certa idade, a ideia da morte parece mais uma certeza do que algo que, eventualmente, irá acontecer daqui a muito, muito tempo. Parece que está mesmo ali ao lado e vive-se na incerteza se duramos mais um dia, mais um mês, mais um ano.

Neste Natal sei que vou ouvir o meu avô e a minha avó dizerem "Oxalá estejamos cá para o ano!" Oxalá que sim. E enquanto nós dizemos "Oh, claro que sim! Havemos de estar todos", quase sem medir aquilo que estamos a dizer, os velhotes hão de pensar "oxalá que sim", talvez com uma certa nostalgia de quem sabe que, mais tarde ou mais cedo, a luz se apagará.

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