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Desafio 52 Semanas - Semana #18

por Diana M., em 28.08.15

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De ser criança

De não ter responsabilidades, de não me preocupar com nada, de ver as coisas com o olhar de quem as vê pela primeira vez, ficar fascinada com o céu e as estrelas, com o facto de os adultos serem tão altos, de querer saber de onde vêm os dinossauros, de aprender a ler, a escrever, de desfolhar o meu primeiro livro...

 

Do Outono

Este verão nem temos sido fustigados com altas temperaturas, pelo menos aqui no litoral. Ainda assim, tenho saudades do outono, que é capaz de ser a minha estação favorita. Começar a pôr mais um cobertor na cama, começar a vestir malhas e casacos, pisar as folhas que caem no chão, aqueles fins de tarde melancólicos, com as nuvens a aproximarem-se, as primeiras chuvas... Adoro o outono! 

 

Dos Açores

Só lá fui uma vez, com a escola. Fui para a ilha de São Miguel num programa de intercâmbio que a minha escola tinha com outra escola de Ponta Delgada, quando tinha 11 anos. Fiquei lá uma semana, mais os meus amigos e colegas. A ilha teve um tal impacto sobre mim que ainda hoje desejo de lá voltar. Vi coisas incríveis, conheci pessoas muito simpáticas e acolhedoras, adorei todas aquelas paisagens e história, passei uma semana a visitar coisas que na altura nem conhecia mas que adorei, vim cheia de histórias e peripécias para contar. Quero e vou, certamente, lá voltar um dia.

 

De não ser intolerante à lactose

Faz agora um ano que descobri. Saudades de comer gelados, bifes com natas e cogumelos, bacalhau com natas, tostas mistas, pizza... Sei que há natas de soja e tal, são boas, já faço algumas coisas com elas, mas não é a mesma coisa. E agora tenho que andar sempre a ver os rótulos para saber o que é que ando a comer.

 

De momentos que só eu vivi, que me marcaram e que já não voltam mais

 

:)

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The Islander

por Diana M., em 24.08.15

Deu saudades...

 

 

An old man by a sea shore at the end of day

Gazes the horizon with sea winds in his face.
Tempest-tossed island, seasons all the same.
Anchorage unpainted and a ship without a name.

 

Sea without a shore for the vanished one unheard
He lightens the beacon, light at the end of world.
Showing the way, lighting hope in their hearts,
The ones and their travels homeward from afar.

 

This is for long-forgotten light at the end of the world.
Horizon's crying the tears he left behind long ago.

 

The albatross is flying, making him daydream
The time before he became - one of the world`s unseen
Princess in the tower, children in the fields -
Life gave him it all: an island of the universe.

 

Now his love`s a memory, a ghost in the fog.
He sets the sails one last time saying farewell to the world.
Anchor to the water, seabed far below,
Grass still in his feet and a smile beneath his brow.

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What's in my bag

por Diana M., em 23.08.15

A verdade é que eu adoro ver este tipo de posts. Há todo um fascínio por essa internet fora sobre o que as pessoas guardam nas malas e que malas usam, e eu incluo-me nesse fascínio. Não sei explicar o porquê, mas a verdade é que ele existe e eu vou abraçá-lo. Por isso, vim fazer eu própria um "what's in my bag". Quem não quiser ver ou não gosta, fáxavor fechar esta página.

 

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Esta é a minha mala. É da Misako, tenho-a desde o natal e é óptima. Grande, espaçosa, com três bolsos, cabe lá tudo. Não tinha nenhum malão assim e desde que a comprei que a minha vida ficou mais facilitada. É a mala que levo para a faculdade com cadernos, comida, carteira, livros, sei lá... Como voltei a ir à faculdade, isto é o que tem vindo dentro da minha mala (falta incluir a comida, mas convenhamos, né...)

 

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Uma pasta onde vão, normalmente, folhas A4 de coisas que escrevo e precisam de ser revistas e corrigidas. Sim, sou daquelas que imprime as coisas e corrige-as à mão. Chamem-me "old school", mas é como me dá mais jeito... Às vezes, em vez disto, vai uma pasta maior onde levo fotocópias de capítulos e artigos que tenho de ler. Um caderno para apontamentos (do estilo Moleskine), a minha carteira, lenços, mp3, carteira do passe, um estojo, telemóvel, cartão da biblioteca da faculdade, batom da Eucerin, chaves e elástico para o cabelo. E é isso! 

 

P.S. - Falta aqui o Kobo, que estava a carregar, por isso não aparece na foto.

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Desafio 52 Semanas - Semana #17

por Diana M., em 21.08.15

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Vin - Trilogia Mistborn (Nascida das Brumas), de Brandon Sanderson

O que eu adorava ser a Vin por um dia! Quem já leu um ou todos os livros desta trilogia de fantasia, sabe do que estou a falar. Quem não leu, fica um pequeno resumo: Vin é uma rapariga que tem o poder de, ao ingerir metais, adquirir capacidades de alomância que a permitem ter determinadas capacidades. Por exemplo: aumentar a sua força física, antecipar as acções dos outros, inflamar ou acalmar emoções... Para além de se poder deslocar de um lado para o outro praticamente a voar. Ela não voa, mas quase. Além disso é uma miúda "kick-ass" e eu quero ser assim.

 

Claire Beauchamp - Outlander

Ora bem, como é que posso começar isto? Outlander, Escócia, Claire, Jamie Fraser... Acho que já chega.

 

Aragorn - Lord of the Rings

Ser um homem destemido, guerreiro, cavaleiro, que passa por aquela enorme quantidade de aventuras para depois ser rei e tornar um reino próspero e fértil. Gostava de viver uma aventura assim e de me sentir na pele de um cavaleiro, passar por aquela adrenalina toda.


Daenerys Targaryen - A Song of Ice and Fire

Eu quero ser a mãe dos dragões. Eu, no fundo, só quero os dragões. E um Khal Drogo, vá...

 

Morgan Le Fey - Lenda arturiana

É uma figura que me fascina, que me interessa, por ter tantas representações e por ser talvez a figura feminina com maior evolução na lenda arturiana. Adoro aquela personagem e quando a trazem para o cinema ou para a televisão é sempre interessante ver como ela é retratada.

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Arrumação

por Diana M., em 19.08.15

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(imagem daqui)

 

E aqui temos o meu closet! Ou não. Talvez em sonhos... 

 

Mas eu, que não sou especialista nenhuma em arrumação, venho-vos falar de arrumar roupa. Na terça-feira aproveitei que estava com um humor de caca para arrumar coisas. Foi dia de, também, ver o que tenho no armário e ver o que me serve, o que já não me serve, o que está bom e gosto, o que já não gosto e está com ar de velho e dar uma volta ao armário. Mas desta vez empenhei-me à grande para fazer, também, uma lista das coisas que tenho de comprar. Acho que é importante, de vez em quando, fazer estas revistas ao nosso roupeiro porque há sempre alguma coisa que já podíamos ter doado ou deitado fora, para comprar outras coisas de que estamos a precisar e esquecemo-nos.

 

Olhem o meu caso. Fiz uma vistoria e cheguei à conclusão que preciso de deitar fora: 4 pares de calças de ganga, 2 casacos de malha e 5 camisolas de malha. Contei com quantas camisolas e calças fico e assim cheguei à conclusão que preciso de comprar: 2 pares de calças de ganga, 2 casacos de malha, 3 camisolas de gola alta, 2 camisolas interiores e um cinto novo.

 

Pela lista acima já deu para perceber que isto é tudo roupa de outono/inverno. Sei que estamos ainda em Agosto, mas é por esta altura que gosto de começar a ver o que preciso para as estações futuras. Para agora estou bem arranjada, embora acho que preciso de umas camisas ou blusas de meia estação...

 

Algumas dicas (por experiência própria):

 

  1. Se não sabem o que têm, façam uma lista. Abram o vosso roupeiro, peguem num caderno e numa caneta e comecem a anotar: casacos, blusões, camisolas, tops, camisas, calças, saias, meias, cuecas, soutiens... tudo! Anotem tudo o que têm e quantos exemplares têm. Depois de anotarem tudo vejam o que realmente gostam e deitem fora o que não gostam ou já não serve.
  2. Se não usam uma peça de roupa há mais de 6 meses mais vale deitá-la fora. Se tiveram seis meses para a usar e não usaram, o mais provável é não a usarem nunca.
  3. Tudo o que estiver com buracos, largo ou muito justo, com ar desmazelado, que já perdeu a cor - provavelmente já não deveria estar no vosso roupeiro.
  4. Quando olham para uma peça e o vosso ar não é de felicidade é porque há uma razão. Ou já não gostam, ou... já não gostam. Se não gostam, livrem-se disso.
  5. Soutiens largos, cuecas que já perderam o elástico, meias na iminência de se romperem: caixote do lixo, já! 
  6. Dêem uma reviravolta nos vossos pijamas de vez em quando também. Lá porque ninguém se importa com a roupa com que vão dormir, não é por isso que tem de estar em menos condições do que as outras. E isto serve também para a roupa que usamos por casa. São coisas confortáveis, simples, mas não precisam de ser à balda.

 

E agora deixo-vos com este vídeo da Jout Jout (que eu adoro!!!) sobre inspiração para arrumar roupas. 

 

 

 Deitar fora o velho para deixar entrar o novo! (#mantra)

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Comprei um telemóvel

por Diana M., em 17.08.15

Pois diz que sim. Andava há uns quatro ou cinco anos com o mesmo telemóvel, um HTC Hero que o meu irmão me deu quando comprou um melhor. Dos primórdios do Android, tinha para aí a versão 2.1 ou que era, para vocês terem noção... Como ele já estava moribundo - para além de desactualizado - resolvi que queria e podia comprar um novo. Tinha vontade e orçamento para isso. Portanto andei a pesquisar e decidi-me pelo MEO Smart A80, cuja marca é um ZTE Blade L3.

 

meo_smart_a80_detalhe_preto.png

(imagem do site oficial da MEO)

 

Ora para quem tinha um HTC Hero com os primórdios do Android e agora tem um telemóvel que mal cabe na palma da mão e tem o Android 5.0 (Lollipop), parece que avancei para o futuro. Tenho-o à coisa de duas semanas e estou a gostar bastante! Se há telemóveis melhores? Claro que sim. Mas para o meu orçamento e para aquilo que faço serve-me perfeitamente. Navego na internet sem problemas, consulto o e-mail, as redes sociais, tiro fotografias, ouço música, posso ver tv (para quem tem o MEO Go), e até faz chamadas e manda mensagens!! Por isso, estou super satisfeita com ele, e ainda não parei de o usar.

 

Para quem gosta de mimimis, aqui ficam: Ecrã de 5 polegadas, câmara com 8mp e flash, câmara frontal com 2mp, Processador Quad Core a 1,3GHz, 1GB Ram e 8GB ROM (com entrada micro sd até 32GB). 

 

Até agora estou a gostar, estou a dar-me super bem com ele e ainda estou a descobrir coisas, afinal só o tenho à praticamente duas semanas. A única coisa que me falta agora é arranjar uma capa que o proteja, algo que já percebi que é difícil... Se alguém tiver alguma dica ou souber de algum sítio onde possa comprar uma, diga! Se alguém tiver aplicações que recomendam, cheguem-se à frente. É todo um mundo novo que estou a descobrir 

 

 

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Kygo

por Diana M., em 16.08.15

Se isto não é música de verão, não sei o que seja...

 

 

Our hearts are like firestones

And when they strike, we feel the love

Sparks will fly, they ignite our bones

But when they strike, we light up the world

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Desafio 52 Semanas - Semana #16

por Diana M., em 14.08.15

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E com duas semanas de atraso, novamente, lá voltamos à normalidade. Espero eu...

 

Maus tratos a animais

 

Há gente que ainda encara certas festividades "tradicionais" que envolvam animais como entretenimento válido. Não, pessoas. Não é. Nem touradas, nem queimarem gatos, nem coisa nenhuma. Mesmo que não seja dentro deste âmbito, há pessoas que fazem coisas a animais porque é divertido, quando no fundo só passam de pequenos monstros cujo ego tem que ser insuflado ao fazer mal a criaturas com menos poder de defesa. Párem já.

 

Bebedeiras

 

Não vou pregar às massas porque não posso. Não sou exemplo e também tive os meus momentos... menos inspirados. E, por isso mesmo, já não acho piada nenhuma em apanhar uma bebedeira seja por que motivo for. Porque fazemos figuras terríveis, às vezes não nos lembramos delas, e acabamos por não nos divertir realmente. Uma coisa é beber um copo ou dois, mas beber de caixão à cova, não. Já passei essa fase.

 

Abusar da brincadeira

 

Há coisas que são engraçadas à primeira ou segunda vez. Mas depois perdem a piada e passam dos limites, restando o simples gozo. Sou muito tolerante, mas quando é demais também ficam a saber. Porque há pessoas que não sabem parar e acham que vão ser engraçadas infinitamente, quando não o são.

 

Locais com música extremamente alta

 

Daquela que temos de berrar uns com os outros para falar. Já fui a discotecas, já dancei bastante, já saí à noite, mas agora é algo que me causa confusão. Tou velha, deve ser isso, mas ir para um bar com amigos com os quais a conversa se desenrola aos berros, não é fixe. Além disso, fico sem voz no final da noite, porque as minhas cordas vocais são de porcelana.

 

Quando tenho que socializar com muita gente

 

"Quantos mais melhores!!" <-- Não. Definitivamente não.

"Poucos mas bons!" <-- Sim, muito sim!

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