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Dramas de Primeiro Mundo

Dramas de Primeiro Mundo

10.Fev.14

Bling

Diana M.
Olá olá! Então, ninguém voou com a tempestade de ontem? Está tudo com os pés bem assentes na terra? Ainda bem.

Eu vim, desta feita, para vos dar a conhecer um site que descobri ontem, o Bling. Basicamente é um local onde podem ir mantendo actualizadas as vossas wishlists (desde wishlist de roupa, maquilhagem, electrónica, livros, filmes, música... eu sei lá!). Eu achei isto muito útil porque quando me lembro que quero ou preciso de comprar alguma coisa, ou quero memorizar um produto em específico para comprar mais tarde, tomo nota num post-it, ou num papel qualquer que, como toda a gente sabe, acaba por viajar para outras dimensões e nunca mais sei onde meti o raio da coisa. Assim, no Bling fica tudo registado e arrumadinho para mais tarde, quando precisar de me lembrar das coisas. O meu perfil é este.
03.Fev.14

Her

Diana M.

Ontem consegui ver este Her, de Spike Jonze. Está nomeado para os Oscars, uma das nomeações é a de melhor filme e, sem saber nada sobre ele, a não ser que era com o Joaquin Phoenix, fui vê-lo. Olhei para o poster do filme e pensei "surpreende-me".

Deixem-me que vos diga que o Joaquin Phoenix é um dos meus actores preferidos. Há alguns filmes que ainda não vi dele (mas porquê, preguiça... porquêêê??) mas já vi uns quantos para considerá-lo um dos melhores actores da sua geração (não que a minha opinião conte para alguma coisa, mas quero lá saber). Ainda não vi uma única prestação dele de que não gostasse. Adoro a intensidade dele e a forma como se entrega a cada personagem.

E o que dizer deste filme? Adorei. Belíssimo. Desde a originalidade da história - simplificando muito é, basicamente, a história de um homem que se apaixona por um computador - à banda sonora (oh meu deus, eu quero aquela banda sonora!!), à emoção que consegue transmitir... Ficamos mesmo com a noção de que é perfeitamente plausível apaixonar-se por um computador. Especialmente se ele tiver a voz da Scarlett Johannson. E eu sou uma gaja.

O filme é inteligente e penso que acaba por reflectir sobre o poder que a tecnologia tem nas nossas vidas, o quanto ela interfere nas nossas relações e na ideia que temos sobre elas. Essa tecnologia que, ao mesmo tempo que nos afasta das pessoas reais, acaba por aproximar-nos delas. É um filme simples, até um pouco melancólico, sentimental, com meia dúzia de actores, mas que toca num tema universal: o amor. E todos entendem as alegrias e tristezas que dele advêm. E sobre o amor vem uma frase da personagem da Amy Adams, que adorei: 
"I think anybody who falls in love is a freak. It's a crazy thing to do. It's kind of like a form of socially acceptable insanity."

Recomendo, definitivamente, e penso que merece a nomeação ao Oscar.

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