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Dramas de Primeiro Mundo

Dramas de Primeiro Mundo

07.Jul.15

E aqui está o estrago...

Diana M.

Estrago não, que isto aqui é tudo novo e pronto a estrear!!! Aqui estão as minhas prendinhas 

 

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Como tenho cartão da Sephora e no nosso aniversário temos direito a uma prenda, este ano calhou um conjunto de três sombras que até são usáveis, assim em tons de castanho com um bocadinho de brilho. Para as interessadas são elas: Movie Popcorn nº72, It Bag nº 80 e Be On the A-list nº49.

Depois, também tenho cartão da The Body Shop que, no mês do nosso aniversário nos permite gastar 10€ naquilo que quisermos. Por isso, trouxe uma fragrância, a Japanese Cherry Blossom, que tem assim um cheiro fresco e frutado, e não resisti e trouxe a lip-butter da linha Frosted Cranberry Joy, que era a última e estava em promoção!!

Depois fui à Kiko e aí já gastei uns trocos. Trouxe dois vernizes da linha Quick Dry, nas cores nº 806 e 809 (em promoção) e uma sombra em bastão, Long Lasting Stick Eyeshadow na cor 05 Rosy Brown. Ando há imenso tempo para experimentar este tipo de sombras, por isso trouxe uma.

 

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E é claro, livros!!! A família ofereceu-me o Americanah da Chimamanda Ngozi Adichie. Gostanto!! Já li dois livros dela, que amei, adoro a escritora em si e ando há imenso tempo com vontade de ler o seu mais recente livro. Depois comprei para mim, porque também mereço, o Perguntem a Sarah Gross do português João Pinto Coelho. Desde que li a belíssima opinião da Márcia que tinha vontade de o trazer. De modos que quando o vi na prateleira da FNAC, agarrei nele e trouxe-o.

 

E pronto, passou-se assim mais um aniversário. A ver que surpresas me reservam este ano.

05.Jul.15

Balanço

Diana M.

Para mim, o ano acaba duas vezes: a 31 de Dezembro e em Julho, o fim do ano académico. E tenho um balanço a fazer.

 

Depois de incertezas, de obstáculos e de alguns desafios, em Setembro do ano passado lá me matriculei no primeiro ano do doutoramento. Meio a medo, porque no doutoramento o nível de exigência é muito maior, lá me aventurei neste percurso. Que começou mal.

 

Primeiro: perderam a minha candidatura. E quando eu devia estar a matricular-me andava ainda a pressionar o pessoal dos serviços académicos para resolverem a minha situação, para começar as aulas em paz e sossegada. Este processo demorou praticamente duas semanas, com ajuda da minha orientadora e da professora directora dos doutoramentos, que lá encontraram a minha candidatura e me permitiram matricular. Mas não sem antes eu andar quase à chapada com as senhoras da secretaria e a ameaçar com o livro de reclamações. Só com essa ameaça é que me resolveram definitivamente o problema, o que é lamentável...

 

E como confrontos é sair da minha zona de conforto, a seguir a esta confusão toda cai-me um mega ataque de ansiedade e de pânico, como eu não tinha há anos. Anos! Tal foi o stress... Por isso, o início do ano não foi auspicioso. As coisas sucediam-se umas a seguir às outras e eu "ai meu deus que não m'aguento", "e se me dá outro ataque de ansiedade?!", "e porque é que me meti nisto???" Mas para isso é que fiz psicoterapia e cursos de reiki, para me ajudarem a ter ferramentas para saber como agir nestas situações. E quando tudo falha, tenho uns comprimidos milagrosos.

 

Mas apesar deste início algo turbulento e meio a medo, chego ao final do ano académico a pensar que foi um ano de sucesso e de conquistas. Nos momentos cruciais e importantes pensamos em tudo aquilo que pode correr mal, se estamos a fazer a coisa certa, e até nos questionamos "porque raio é que me meti nisto?!". Mas quando estamos a fazer algo de que gostamos, por mais adversidades que passemos, arranjamos maneira de a azer e as coisas acabam por correr bem. E sentimo-nos orgulhosos, satisfeitos, e com a sensação de missão cumprida.

 

Apesar de toda a minha ansiedade, apesar de haver momentos em que parecia que não ia aguentar, aqui fica o balanço: dois trabalhos entregues, duas apresentações orais em aulas, duas conferências (uma das quais em que só tive 3 semanas para me preparar), dois artigos submetidos para revistas académicas, uma apresentação do meu projecto perante professores e alunos do mestrado e doutoramento na área em que estou. Para além disso, passei a ser membro num projecto de investigação onde várias coisas vão acontecer.

 

É ou não é motivo para estar orgulhosa de mim mesma e satisfeita?! Não vou fazer perspectivas para o próximo ano lectivo porque não sei o que vai acontecer (embora já tenha algumas coisas planeadas e que serão certas), e porque a vida mete-se no meio dos nossos planos. É ir ao sabor da maré, com objectivos delineados. O caminho nunca se sabe, normalmente planeamos ir pela auto-estrada e depois acabamos em estradas secundárias e, às vezes, caminhos de cabras. Mas desde que nos mantenhamos firmes sobre o sítio onde queremos chegar, isso é que é importante.

 

Por isso, vejo o ano que passou como um ano de conquistas, em que alcancei estas pequenas vitórias, em que provei a mim mesma que consigo fazer aquilo que às vezes penso que não vou conseguir, em que ultrapassei medos e dúvidas. Venha o próximo! 

 

02.Jul.15

Desafio 52 semanas - Semana #11

Diana M.

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Eu sei que isto está um bocado atrasado, mais precisamente duas semanas atrasado... Mas a vida mete-se no caminho dos meus planos e perde-se o tempo e quando tenho um tempinho aproveito-o para fazer outras coisas, enfim. Vamos ver se volto a pôr isto na ordem. Esta deveria ser a semana 13, mas como a coisa ficou interrompida, retomemos onde ela ficou.

 

Ora bem, brinquedos favoritos... Nunca me faltaram brinquedos, mas assim de repente acho que nunca tive um brinquedo favorito. Tive algumas barbies, peluches, pinypons, cozinhas, mas nunca assim nada que possa considerar de favorito. Tive, antes, brincadeiras até porque tenho dois irmãos e nós brincávamos imenso juntos. Por isso, em vez de brinquedos, vou optar por brincadeiras. Pode ser? Então aqui vão:

 

Fazer roupas - Eu e a minha irmã adorávamos pegar em pedaços de tecidos que havia cá por casa e inventar várias peças de roupa. Desde saias, capas, casacos, vestidos... Até cabeleiras!! Mais tarde também chegámos a desenhar roupas, a minha mãe até pôs a hipótese de uma de nós tirar um curso de moda, mas a coisa ficou mesmo só por aí. Mas que adorávamos ir à caixa dos tecidos e criar as nossas roupas, lá isso adorávamos!

 

Lava - Quem é que nunca viu o chão da sua sala transformado em lava incandescente e escaldante? Quem nunca esteve em perigo no seu sofá, a tentar saltar de almofada em almofada no chão, sem escorregar, para não cair na lava e morrer? Quem????

 

Andar de bicicleta - Não é bem uma brincadeira, mas adorava e adoro andar de bicicleta. E quando era miúda e passávamos as férias em casa do meu avô, onde se juntava mais uma catrefada de primos, era vermo-nos pegar nas bicicletas de manhã e só voltar à hora de almoço. Explorávamos novos caminhos, fugíamos de cães, íamos até às arribas da praia, descobríamos esconderijos, ficávamos com as bicicletas presas na lama, íamos aos caracóis... Bons tempos!

 

Escondidas - Eu adorava brincar às escondidas. Então quando íamos para casa do meu avô, que é uma vivenda, e para casa de uns primos nossos, que também tinham uma vivenda, era uma diversão. Passávamos horas naquilo!

 

Dominó - Uma tia-avó nossa que adorava jogar ao dominó ensinou-nos a jogar este jogo. Às vezes até jogávamos com ela (que tinha uma paciência connosco...) e gostávamos imenso. Ainda hoje gosto de jogar ao dominó. São coisas que nos ficam.

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