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Dramas de Primeiro Mundo

Dramas de Primeiro Mundo

18.Jul.18

Estou de Férias!

Diana M.
É verdade! Desde segunda-feira que me encontro de férias e assim estarei até à primeira semana de Agosto. E adivinhem para onde tenho vindo e, provavelmente, continuarei a ir durante estas duas semanas? Exacto. Para a faculdade. Mais especificamente para a biblioteca da minha faculdade, trabalhar nessa coisa chamada Tese e seus apêndices - que é como quem diz artigos e comunicações para conferências.  É certo que podia ficar em casa, que podia ir para outra biblioteca, para um (...)
28.Jun.18

As férias são coisas relativas

Diana M.
 (daqui) Triste, mas verdade. É nas férias e em alturas de menor volume de trabalho que consigo meter as mãos na massa e trabalhar para a tese - essa coisa que se adora, que se odeia, mas que já não se consegue viver sem ela. Por isso, as férias são um conceito relativo para mim e para a a maioria das pessoas que se metem nestas coisas. Tiro férias do trabalho para me meter noutros trabalhos. Como diria esse (...)
21.Mai.18

O direito a termos dias maus

Diana M.
Todos temos dias menos bons. Todos temos problemas e situações com as quais não sabemos ou não queremos lidar. Todos nos sentimos sozinhos. Chateados. Irritados. Enfurecidos. Tristes. Com vontade de partir a mobília toda e mandar tudo ao ar. Ou com vontade de ficar a vegetar no sofá ou na cama o fim-de-semana todo. E os outros dias todos da semana também. Há dias em que não conseguimos fazer nada, em que a cabeça nos pesa e o barulho de todas as nossas dúvidas, inseguranças e (...)
12.Mai.18

Regras básicas para andar em transportes públicos (para os que ainda não as conhecem. Comassim não as conhecem??)

Diana M.
Há anos que ando de transportes públicos. Metro de Lisboa e a linha de Sintra da CP são a minha forma de me deslocar todos os dias. E, tal como eu, há centenas, milhares de pessoas que fazem o mesmo. Há mais tempo que eu, inclusive. Mas parece que continua a haver pessoas que não fazem a mínima ideia das regras básicas em andar de transportes públicos e que, por isso, me fizeram ganhar uma nervosite aguda e irritação crónica quando algumas coisas acontecem. E não é só dentro (...)
16.Out.17

Incêndios

Diana M.
Ontem fiquei acordada até pouco mais das 2h da manhã, colada à televisão e ao twitter a ver as notícias sobre os incêndios. Tondela. Penacova. Santa Comba Dão. Braga. Lousã. Oliveira de Frades. Sertã. Mafra. Nelas. Gouveia. Mangualde. Monção. Segundo as notícias são mais de 400 incêndios e, por isso, é impossível ter uma dimensão realista do estado das coisas, dentro da minha cabeça. Não dá. Ouve-se expressões como “autêntico inferno”, “cenário dantesco”, (...)
13.Ago.17

Como?

Diana M.
Como é que se trabalha, faz um doutoramento, vê-se séries e filmes, lê-se fora do âmbito da tese e ainda se tem tempo para actividades com a família e amigos... ainda estou para descobrir.   Nos últimos tempos só tem havido tempo para o trabalho, algum para o doutoramento, os amigos vêem-se porque estão no meu local de trabalho e o livro que comecei a ler nas férias, no mês passado, ainda não lhe consegui tocar outra vez.   Tenho séries para começar a ver, outras para (...)
19.Mai.17

Chris Cornell, ou como senti que perdi um amigo

Diana M.
A morte de Chris Cornell afectou-me. Mais do que eu esperava, embora não a esperasse tão depressa. Chris Cornell era vocalista de uma banda que marcou a minha adolescência, os Soundgarden e de outra, anos mais tarde, com os membros que restavam dos Rage Against the Machine, com os quais formou os Audioslave. Teve, ainda, vários álbuns a solo e um enquanto membro dos Temple of the Dog, com membros dos Pearl Jam. O talento de Cornell era inegável. A sua voz era única e as suas (...)
24.Mar.17

Voltas e Reviravoltas

Diana M.
  (Woman and the Sea, de Will Barnet) Ia escrever um post. Já ia quase a meio, mas acabei por apagá-lo. Ia escrever sobre a volta que a minha vida vai dar porque, finalmente, consegui uma oportunidade de estar a trabalhar no centro de investigação a que pertenço. Vou ganhar dinheiro, vou fazer coisas e, mais importante, vou ser financeiramente independente. Ia falar da precariedade no ambiente académico, ia falar daquilo que vejo todos os dias, mas achei que não era disso que eu (...)